terça-feira, 27 de julho de 2010

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Sonhar o real

"...sonhar vale a pena..."

E como distinguir o sonho do real?

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Poema de Roberto Piva

Dêem-me um anestésico. A vida dói e arde.
Não sei controlar meus impulsos demoníacos.
Não acredito em forças de outro mundo.
Sou eu, meus versos e o perigo das frações.

Arranco minhas víceras poéticas do ostracismo.
Trezentos dias e cinqüenta noites marianas.
O caracol de meus cabelos caídos no chão de espelhos.
O sangue e os olhos transformados em areia cinza.

A árvore sem galhos escondem os meninos saltimbancos.
Foi-se o tempo em que se acreditava nas histórias ditas.
Sempre começo pelo meio e jamais olho para os lados,
enquanto rio e sufoco meu próprio rosto turvo.

Minha maquiagem, os primeiros tombos das gaivotas.
Atiro farpas e pragas para antigos e mórbidos desejos.
A torre delirante de um neocórtex em latência,
ou o pedúnculo, ou o miocárdio, ou o octocentésimo.

Quatro poemas nos espaços angustiados do processo.
Sou eu? Sou ateu? De que me valem as respostas?!
As idéias me levam ao eterno estado de castidade
entrelaçado neste puro estado de sonho e malogro.

domingo, 11 de julho de 2010

Boa parte de mim foi construída a partir de histórias que nao eram minhas, eram apenas filmes...

O que eles me diziam era apenas ficção...

Será?

sábado, 10 de julho de 2010

Meus demônios reproduzem-se a cada segundo da minha vida...

Uma noite qualquer

Mais uma noite eu e os livros,

eu e os filmes,

eu e as músicas.


Só hoje percebi que eles não são vivos...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Sim Chico

"Jesus Cristo ainda me paga
Um dia ainda me explica
Como é que pôs no mundo
Essa pobre titica..."