"Que a vida é transição e a morte é apenas esquecimento daquilo que se é."
A passagem veloz do tempo - Chico César
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Bater
Entro no metrô, coloco o fone no ouvido, a música me desliga do mundo.
Me atenho às coisas que fiz, às que não tive coragem de fazer, idealizo as que suponho ter forças para ainda fazer.
Chego ao destino e com o coração e a alma inflados de esperança subo as escadas.
Cabeça erguida, confiante na vida. Confiante em mim.
Apenas alguns passos e os ombros pesam, o olhar volta-se ao chão, o coração bate vagarosamente. No entanto, bate.
Me atenho às coisas que fiz, às que não tive coragem de fazer, idealizo as que suponho ter forças para ainda fazer.
Chego ao destino e com o coração e a alma inflados de esperança subo as escadas.
Cabeça erguida, confiante na vida. Confiante em mim.
Apenas alguns passos e os ombros pesam, o olhar volta-se ao chão, o coração bate vagarosamente. No entanto, bate.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Pura semente
Quando começou
Era diferente
Tinha o nosso amor
A pura semente
Que desfaz as mágoas
E trás a ilusão
Era o nosso amor
Numa só canção
Tanto tempo fez,
Mudar a nossa vida
E a nossa canção
Não foi mais ouvida
Ficou reduzida
Hoje é só refrão
Do nosso amor
Só recordação
E foram os melhores momentos
Que me fizeram pensar
Por que sem tentarmos de tudo
Deixamos o amor acabar
Se a solidão é castigo
Fizemos por merecer
Quem mata o amor na semente
Merece sofrer
Arlindo Cruz
Era diferente
Tinha o nosso amor
A pura semente
Que desfaz as mágoas
E trás a ilusão
Era o nosso amor
Numa só canção
Tanto tempo fez,
Mudar a nossa vida
E a nossa canção
Não foi mais ouvida
Ficou reduzida
Hoje é só refrão
Do nosso amor
Só recordação
E foram os melhores momentos
Que me fizeram pensar
Por que sem tentarmos de tudo
Deixamos o amor acabar
Se a solidão é castigo
Fizemos por merecer
Quem mata o amor na semente
Merece sofrer
Arlindo Cruz
sábado, 22 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
A verdade
O que a verdade me diz?
A verdade nua e cozida. Crua não.
Cozida com os temperos da experiência,
com o desamor da vida e o peso do tempo.
Verdade nua e cozida!
Diz a mim o que sou quem não quero ser.
Mas sou.
Engulo-a nua... e crua.
(20h14 - 5/jan/11)
A verdade nua e cozida. Crua não.
Cozida com os temperos da experiência,
com o desamor da vida e o peso do tempo.
Verdade nua e cozida!
Diz a mim o que sou quem não quero ser.
Mas sou.
Engulo-a nua... e crua.
(20h14 - 5/jan/11)
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