É uma dor tão peculiar... e ao mesmo tempo tão igual às outras... igual quando vc corta o dedo... as pessoas podem se compadecer, mas não sentem a dor do seu dedo, pq ela é só sua. A dor é um professor cruel e mtas vezes desnecessário... eu já aprendi com essa professora... ela me ensinou mtas coisas e me deixou algumas cicatrizes.... eu não queria entrar no curso dela... mas quando vi já estava matriculado... hj, não agradeço, mas reconheço o quanto que ela me ensinou. Acho que preferia ficar burrinho mesmo.
A Silvana?
Tem muitos sonhos e sangue de América do Sul!
Talvez porque ela enxergue longe, não esquecendo que a estrada é (muito) além do que se vê...
Anda pelo mundo prestando atenção em cores de todos os nomes
Mas o enquadramento da vida a incomoda, afinal de contas: se vive para quê?
Não parece desanimar-se com o fato de que todo carnaval tem seu fim.
Afinal, a vida é mesmo curta para ver todo o estrago (ou bem) que se faz.
E o que fica para eles?
O outro lado!
No fundo, o que ela quer é a liberdade
De controlar o seu guidon
E assim depois sorrir em paz.
Marta de Souza
É uma dor tão peculiar... e ao mesmo tempo tão igual às outras... igual quando vc corta o dedo... as pessoas podem se compadecer, mas não sentem a dor do seu dedo, pq ela é só sua. A dor é um professor cruel e mtas vezes desnecessário... eu já aprendi com essa professora... ela me ensinou mtas coisas e me deixou algumas cicatrizes.... eu não queria entrar no curso dela... mas quando vi já estava matriculado... hj, não agradeço, mas reconheço o quanto que ela me ensinou. Acho que preferia ficar burrinho mesmo.
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