"se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir" (Trecho 12 - Livro do desassossego)
há tempos nao escrevo
sentir me era demais
banhei-me nas aguas descompassadas da boemia
andei mais, cantei mais, sorri mais...
em vão...
hoje volto a sentir...
deixo a fuga pra mais tarde
a vejo ao longe, a sorrir
sempre eu em desvantagem
vou então sentir
por hora não há coragem de fugir
sigo, a arder...
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
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