Ouço o som da vida lá fora
O som de portas,
de passos...
às vezes vozes
Os carros não param
Lá tudo em movimento
Aqui tudo estático, sem som, sem vida
Mas dentro uma metrópole inteira grita
Por medo, angústia, coragem, felicidade,
Dor, espanto, atenção...
desassossego
Como pode a cidade toda caber em mim,
Tão pequena?
Cada rosto, frase, som, cor, sorriso...
Tudo em mim
Não tenho mais espaço para viver
Preciso despejar o mundo.
domingo, 10 de maio de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário